Simulador de financiamento de carro
Parcela, total de juros e quanto o carro custa de verdade quando você soma tudo o que devolve ao banco.
O que olhar num financiamento de carro
A parcela é a isca; o total é a conta
Alongar o prazo derruba a parcela e engorda o total. O mesmo carro em 60 meses em vez de 36 tem parcela bem menor e custa milhares de reais a mais. Antes de aceitar o prazo mais longo, olhe a linha do total pago.
Taxa ao mês e taxa ao ano não se convertem multiplicando por 12
Juros são compostos. 1,8% ao mês não dá 21,6% ao ano — dá aproximadamente 23,9%. Quando a proposta mistura as duas formas, é sinal de que vale conferir a conta.
O que está embutido além dos juros
Tarifa de cadastro, registro de contrato, avaliação do bem, seguro prestamista e IOF entram no valor financiado ou nas parcelas. Tudo isso aparece no CET — Custo Efetivo Total, que o banco é obrigado a informar antes da assinatura. É o único número que compara propostas de instituições diferentes de forma justa.
Carro é despesa, não investimento
O bem financiado desvaloriza enquanto a dívida corre. Além da parcela, entram no orçamento seguro, IPVA, licenciamento, manutenção e combustível. A parcela cabendo na renda não significa que o carro cabe.
Consórcio pode ser alternativa — ou não
Se você não tem pressa, o consórcio costuma sair mais barato no total, porque não há juros. Se precisa do carro agora, o financiamento entrega o bem no primeiro mês e o consórcio não. A comparação honesta depende de quando você seria contemplado.
O resultado é uma estimativa. As calculadoras usam as tabelas oficiais de 2026 e as regras gerais da CLT para empregado urbano mensalista. Situações específicas — contrato de experiência, doméstico, rural, aprendiz, estabilidade, acordo coletivo, culpa recíproca — podem mudar o resultado. Confira sempre com o RH ou com um contador antes de tomar decisão ou assinar qualquer documento. As fontes de cada regra estão em Sobre e fontes.